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Crônicas Forense O Criminalista Argentino

03/11/2008 por Roberto Delmanto

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Na viagem de núpcias de seu primeiro casamento, passada no Chile, meu saudoso irmão e ex-sócio do escritório Celso conheceu um importante advogado criminalista argentino, de quem se tornaria grande amigo.

 

Além de se corresponderem habitualmente, sempre que um ia ao país do outro não deixavam de se encontrar.

 

Em certa ocasião, o colega argentino, já então com mais de sessenta anos, e sua mulher vieram ao Brasil.

 

Naquela época ainda não existia o Viagra nem as modernas próteses penianas de hoje, e ele manifestou a Celso o desejo de comprar pó de guaraná, o qual, segundo se dizia na Argentina, era um potente afrodisíaco.

 

Enquanto minha cunhada levava a esposa do advogado às compras, meu irmão e o argentino, depois de muito procurar, acabaram por achar o tal pó, ficando o colega de experimentá-lo já naquela noite.

 

No dia seguinte, ao reencontrá-lo, meu irmão perguntou ao amigo se a ingestão do guaraná tinha melhorado a sua performance sexual.

 

Foi aí que o colega, com seu inconfundível sotaque portenho, respondeu: "Legeramente"...

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ROBERTO DELMANTO

Roberto Delmanto

Advogado criminal, é autor dos livros Código Penal Comentado, Leis Penais Especiais Comentadas, O Gesto e o Quadro, A Antessala da Esperança, Momentos de Paraíso-memórias de um criminalista e Causos Criminais, os quatro primeiros pela Saraiva e os demais pela Renovar”

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