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ECA Adoção por homossexuais

02/08/2012 por Antonio José Eça

E aí o menino adotado pelos homossexuais entrou no banheiro com um dos adotantes e falou:

- ‘nossa pai, que ‘bilau’ bonito você tem!’

E o ‘pai’ respondeu:

- ‘é porque você não viu o da sua ‘mãe’!’...

É, ainda o comum das pessoas não está acostumado à um pretenso diálogo como esse pintado aí no início; talvez até, verdade seja dita, a maioria das pessoas não consiga nem ver graça no que foi dito, e particularmente, nós também o achamos. Não achamos graça, até porque a situação real não tem graça!

E, somente utilizando o beneficio da liberdade de expressão é que se pode comentar que, em um mundo no qual tudo é permitido, podem existir opiniões que divirjam do comum e a nossa é uma delas; não é a única, pode não ser a melhor, mas é uma delas! Como opinião, deve ser respeitada e considerada, na exata medida do como devem ser consideradas as opiniões contrárias. Aliás, esse é um dos princípios que norteia o Direito: que seja dada a oportunidade de manifestação de todas as opiniões a respeito de determinado assunto.

Entretanto, não tem sido dada neste país a oportunidade de não se concordar... quer um exemplo? Experimente ser contra o partido político dominante, seja ele qual for; ou se indignar quando vir subir ao poder algum mandatário, por exemplo, analfabeto!!! O que os absolutistas da ‘policia do pensamento’ que nos chamam de ‘elitistas’ não consideram, é que a quem tem no estudo a raiz eventual de um crescimento pessoal e até da nação como um todo, chega a ser uma afronta à todo esse trabalho esse enaltecimento, por exemplo, do próprio analfabetismo...(se vangloriar de nunca ter lido um livro, que mundo é este?????)

Vivemos em um mundo onde de tudo e de todos é cobrada uma postura do tal do ‘politicamente correto’ ou por vezes, ‘incorreto’; e então se vêem pessoas falando, apenas como exemplo, em relação aos negros, que não são mais negros, mas sim, ‘afro descendentes’, quando em verdade em seu íntimo, esses que cobram as mudanças, não deixaram de chamar  determinada pessoa de ‘negão’, ‘pretão’ e coisas do gênero; como este, poderíamos dar exemplos de todas as ordens, que poderiam incluir ‘branquelos-bicho-de-goiaba’, ‘baixinhos-borracheiros-de-autorama’, ‘gordos-rolhas-de-poço’, ‘magrelos-paus-de-virar- tripa’, ‘velhos-kid-naftalina’ e tudo o mais que a nossa imaginação alcance....é então, na verdade, a idéia do ‘política e hipocritamente correto’!

Claro! Se não se modificou o pensamento íntimo a respeito de uma determinada coisa ou pessoa, de nada adianta fazer eco para reclamos com os quais, no fundo da alma, não concordamos....enquanto assim o for, o indivíduo vai continuar a ser negão, bicho de goiaba, bicha, e sabe-se lá mais o quê.... 

E surgem então, a propósito do nosso assunto, os pensamentos absolutistas e indiscutíveis, tais como os que envolvem as ‘homofilias’ e a ‘homofobias’, e se exige que se tome um partido; primeiro, perguntar-se-ia: porque há a necessidade de se tomar um partido? Mas o pior, é que se espera que o interlocutor tome o partido do ‘sim’, do ‘que que tem?’, e por aí afora....

Falou um cronista que, a continuarem assim as coisas, neste sentido, daqui a pouco apenas aceitar a homossexualidade não bastará; daqui a pouco, a homossexualidade será obrigatória!!!

Outro disse que a ‘parada gay’ era na verdade, a passeata da ‘maior minoria’ que ele conhecia!!! 

Anda por aí, a propósito da adoção de crianças por casais homossexuais, uma conversa (que os ‘donos do pensamento’ pretendem absoluta e indiscutível), de que pretensamente, psiquiatras e psicólogos não vêem mal na tal adoção por parte de homossexuais.

Que psiquiatras e que psicólogos? Aqueles engajados na política do que-que-tem’? Ou aqueles envolvidos com os conhecidos processos de ‘idiotice pseudo-cientifica’?

‘Ah!’, diriam, ‘mas foi um psicólogo ou um psiquiatra quem o falou’!!!! Então, como foi um profissional da saúde mental quem disse não se discute!!! Como se ele mesmo profissional tivesse uma confiável saúde mental!!! (com certeza, vão falar o mesmo da nossa!).

É esta mais uma das balelas que surgem na esteira da ‘hipocrisia politicamente correta’; afinal, o país está se tornando aos poucos mais uma terra (diferente da original cantada por Caminha, onde ‘tudo dava’) onde ‘tudo pode’....

Tudo pode? Pode! Pode matar os pais à pauladas, pode arrastar moças para os parques e matá-las, pode fazer o que quiser com o dinheiro público...ora, porque não seria possível a adoção por homossexuais???

O que não se considera, é que estão eles a contrariar os mais básicos conhecimentos a respeito do desenvolvimento infantil e humano; podem até sair de Freud, para não alegarem uma ortodoxia intransigente: outros excelentes pensadores também estudaram o assunto, e quem o quiser pode mergulhar nos estudos do vasto mundo da realidade do desenvolvimento infantil....  

Como mencionamos acima, esta é a política do

‘que que tem!?!?!’

‘Que que tem?’

- Desde quando a criança não precisa mais de parâmetros masculinos E femininos para formar seu caráter?

- Desde quando a presença das imagens, masculina e feminina, não fornece parâmetros de comparação para a idealização dos caminhos que serão seguidos pela criança?

- Desde quando um indivíduo possui o direito de colocar uma criança nas trilhas de suas próprias opções de vida, sejam ela as que forem?

- Será que basta a idéia de que se estará tirando uma criança da rua ou do orfanato para justificar a tomada desta atitude? Até que ponto estará alguém, com isto, fazendo mais bem do que mal?

Da resposta a essas perguntas vai fazer parte a discussão de que o indivíduo não tem o direito de impor seu modo de vida para uma criança, á qual não está sendo dada a oportunidade de escolha e desenvolvimento do traço de personalidade que melhor lhe aprouver! Sim, porque filho de ‘casal homossexual’, a criança somente estará recebendo o ensinamento de que aquela situação é a normal e a natural... afinal, que-que-tem?

Podem ‘os-que-tudo-aceitam’ se levantar contra nosso pensamento, mas, gostem ou não, esta não será a situação natural, e também não é a situação normal!

Se, porventura os puristas do ‘que-que-tem’ quiserem questionar conosco ‘o que é normal?’, lhes responderei que :

“posso até não saber ao certo o que é normal ou não, minhas convicções podem não serem as únicas nem as melhores mas, aquela anedota sem graça mencionada no início do artigo, com certeza não o é!

Apenas, pensem nisto......... 

 

Comentários

  • M. Oliveira
    13/12/2013 14:09:46

    Texto ruim, mal escrito.Passou a maior parte do tempo defendendo o por que de ser contra ao invés de argumentar...de resto o que mais posso dizer, vejamos...patético!

  • Alex Leandro Seves
    04/08/2013 03:18:20

    A opção sexual da pessoa é dela e é intima, agora misturar criança aí já é demais. Absurdo quererem adotar criança e achar que a criança vai entender tudo e de boa...

  • Silvestre Cezar
    14/07/2013 04:39:36

    Diante de tamanhas tolices preconceituosas e destituídas de fundamentos, ditas por um psiquiatra senil, digo apenas o seguinte: " A universidade desenvolve as mais variadas habilidades e conhecimentos, incluindo a estupidez e a insensatez". É no mínimo decepcionante chegar a sua idade, caro Dr. Eça, e ter de suportar uma velhice deturpada, arrogante e carente de sabedoria.

  • francisco mendes
    21/06/2013 09:32:42

    Vamos respeitar o próximo e que a prática homossexual não seja obrigatória. Simples assim...

  • Jonas Rimmer
    04/06/2013 10:27:24

    Como sempre, a maior parte dos gays e seus defensores não escutam a razão, ventilada pelo Sr., Dr. Rodrigo. Só sabem humilhar, agredir e ofender quem discorde de sua posição, aparentemente monolítica e monopólica. São os donos da verdade. Quando lhe chamarem de "medieval", agradeça, pois entender o homossexualismo como "normal" é coisa muito mais antiga, da época de Sodoma e Gomorra, bem como da Grécia Antiga.

  • eduardo dos santos martins
    23/05/2013 21:25:15

    Como poderia eu discordar da opinião de um médico que expressa com total sinceridade a sua opinião embasada nos muitos e muitos anos de experiência profissional? E me gratifica saber que a minha opinião, apenas e tão somente autodidática é perfeitamente condizente com a do Dr. Eça. Tenho sido apontado como homofóbico toda vez que conceituo a homossexualidade como algo anômalo apesar de conviver com os mesmos dentro de total respeito. E pergunto, como explicar a uma criança que por um acidental e possível descuido encontre um dos seu papais chafurdando nos excrementos do outro? Que explicação poderá atenuar ou dissipar essa imagem grotesca da cabecinha de uma criança? E até por que, se esse desejo pela paternidade ou maternidade fosse de fato verdadeiro e não apenas o desejo de mais um "brinquedo" para autenticar o "casal de faz-de-conta, por certo eles não seriam homssexuais pois a maternidade e paternidade não combinam com heterofobia.

  • Francisco
    23/05/2013 19:57:59

    Caro Doutor, parabéns, foi fundo na realidade, seu comentário na questão da adoção de crianças por casais homossexuais é perfeitamente pertinente e oportuno, discute-se muito sobre a relação homoafetiva mas fala-se pouco sobre o futuro de uma criança adotada por casal gay. Um abraço.

  • André Gutemberg
    06/04/2013 11:56:48

    Simplesmente Ridiciulo! Como Psicologo, não posso deixar de dar meu parecer, estarrecido com o que acabo de ler. Se o senhor bem sabe, o que tem-se hoje não é mais uma questão de homem e mulher, e partimos para uma definição do que se tem em termos de adoção de PAPEIS!!!! PAPEIS FAMILIARES que podem ser corroborados por qualquer tipo de casal. Entretanto, diga-me, e se um rapaz solteiro adota um filho, ainda sendo ele heterossexual - quem será o vies feminino?- já que E se for uma mulher solteira? Quem fará o papel Masculino. Acho que o doutor precisa ler um pouco mais sobre o assunto, antes de discorrer inverdades em nome de um saber Psicologico que pouco sabe-se de fato. IMPORTANTE - INVERDADES SÃO DITAS A TODO TEMPO SOBRE "UMA PSICOLOGIA", QUE SENDO A CABO, PSICOLOGIA DE UNS E NÃO AQUELA QUE TEMOS COMO CIÊNCIA. CUIDADO EM RELAÇÃO AO SABER QUE COMPRAS, POIS PODERÁ CORRER O RISCO DE ESTAR COMPRANDO UM VALOR QUE NÃO ESTÁ NO TOCANTE DE UMA CIÊNCIA, E SIM, DE UM VALOR ALEATÓRIO!

  • Cleton
    11/03/2013 11:41:20

    Nem toda mudança é pra melhor e ser contrário à algumas delas não é ser retrógrado...

  • julio
    26/02/2013 02:44:11

    Diante de tamanha imbecilidade vos falo. Professor, saia do armário e seja feliz !!!!

  • Ana Carolina Ribas
    14/12/2012 10:21:51

    Ao ler o texto, fiquei um tanto estarrecida. Claro, também pelo conteúdo, mas, principalmente, por tamanha contradição que há nas posições tomadas do início e ao fim. Vangloriando-se de reclamar o respeito aos que discordam da opinião que o autor considera dominante, me parece um inequívoco contrassenso os atacar com tão pouco tato. Apesar de ter me esforçado, não encontrei nada que me parecesse qualquer sinal de respeito quando do uso de tanto sarcasmo ao referir-se pejorativa, desnecessária e exautivamente ao longo do texto aos que, por não compartilharem de opiniões tão conservadoras quanto as suas, discordam do Sr. como "hipocritamente corretos". O mínimo que claramente se percebe é o quão sem fundamentos é a posição tomada na afirmação - de uma probreza de conteúdo imensurável, permita-me dizer - afirmante "que, a continuarem assim as coisas, neste sentido, daqui a pouco apenas aceitar a homossexualidade não bastará; daqui a pouco, a homossexualidade será obrigatória!!!". A abominável corrente do "que que tem?" assim versa justamente por não haver poder de interferência algum da liberdade de um indivíduo sobre a do outro. Explico: quem defende o "que que tem?" o faz por saber que não há nada a ser feito com relação a um comportamento tão íntimo e pessoal quanto a este que o Sr. se refere, qual seja, o direito de alguém assumir a própria sexualidade do modo que assim achar mais conveniente. Ou, em últimos casos, por julgar no mínimo mil assuntos mais dignos de serem discutidos do que o apresentado. Se a minoria não lhe diz respeito, respeite-a. E também a quem a acolhe sem receio de ferir , pressuponho, a sua moral e seus bons costumes. Ainda assim, a despeito de algumas discordâncias, até a metado do texto a leitura fluira de modo quase agradável, visto que - tenha de se admitir- ele é bem escrito. Qual não foi minha supresa, porém, ao me deparar com a frase que ficou ressoando de modo abominável na minha mente, como se não fosse possível eu ter lido de fato: " Pode matar os pais à pauladas, pode arrastar moças para os parques e matá-las, pode fazer o que quiser com o dinheiro público...ora, porque não seria possível a adoção por homossexuais???" Que a minha leitura esteja realmente muito equivocada, fora de foco, que a minha interpretação tenha sido distorcida! Seria essa a comparação mais esdrúxula com a qual já tive a infelicidade de me deparar durante toda minha vida acadêmica? Estaria mesmo, a mesma pessoa que, logo no início do texto, invocou com tanta veemência o respeito alheio, a tolerância aos pensamentos que distoam, comparando uma adoção com crimes hediondos? Mas não. Li e reli. E, relutantemente, conferindo o que ainda viria, deparei-me com o restante do raciocínio. "Desde quando a criança não precisa mais de parâmetros masculinos E femininos para formar seu caráter? Desde quando a presença das imagens, masculina e feminina, não fornece parâmetros de comparação para a idealização dos caminhos que serão seguidos pela criança? Desde quando um indivíduo possui o direito de colocar uma criança nas trilhas de suas próprias opções de vida, sejam ela as que forem?Será que basta a idéia de que se estará tirando uma criança da rua ou do orfanato para justificar a tomada desta atitude? Até que ponto estará alguém, com isto, fazendo mais bem do que mal?" Bem, seguindo esse raciocínio, devo presumir que mães e pais solteiros ou viúvos, que criam seus filhos sozinhos por qualquer motivo que seja, também não estão aptos a fazê-lo. Mas também, quem seria cruel o suficiente para preferir educar uma criança sem o seu parceiro a abandoná-la? Quem, em sã consciência, poderia ser capaz de dar a uma criança as condições básicas para seu desenvolvimento material e humano ao invés de deixa-la livre nas ruas, com liberdade para decidir se será ou não heterossexual? Essa sociedade em que vivemos está mesmo distorcida, só monstrons criados num ninho onde "tudo pode" seriam desumanos, bárbaros e egoístas assim, a ponto de imporem seu modo de vida a uma criança que poderia estar desenvolvendo-se livremente, sozinha, sem qualquer ajuda desse tipo de gente. Pois bem, para o desgosto de muitos, informo-lhes que é exatamente isso que vem a humanidade fazendo com suas crianças desde que se tem alguma informação sobre ela: ensinando-lhes a viver de acordo com o que impôe cada modelo social. Desculpe-me ser responsável por tal decepção, mas uma criança não consegue desenvolver-se sem a influência da sociedade que a acolhe, não pode ser isoladas dessas "perversões" que algumas pessoas presas à uma moral hipócrita não toleram. Pelo jeito não é do conhecimento de todos, mas a sociedade está em constante mutação, em contínua quebra de paradigmas que, quando superados, nos possibilitam conviver com o diferente. Talvez seja esse o valor que um casal homossexual tenha a oferecer a uma criança, aceitação do que, para alguns, não é normal. Aliás, falando em normalidade, ao referido orgulho por saber dizer o que "não é normal", eu responderia com irretulância, respeitosamente parafrasendo-o: "minha opinião não é a única, pode não ser a melhor, mas é uma delas. Como opinião, deve ser respeitada e considerada, na exata medida do como devem ser consideradas as opiniões contrárias." Em algo concordamos, também não tenho a prepotência suficiente para dizer o que é normal nessa - ou em qualquer outra sociedade, mas também não a tenho para desrespeitar quem de mim discorde. Também não sei dizer o que é normal, afinal, "minhas convicções podem não serem as únicas nem as melhores", mas, num país livre e domocrático onde se busca a convivência das pluralidades, alguém com tão pouca tolerância e que tem tanta dificuldade em aceitar o outro e sua diferença, com certeza não o é!

  • Junior Nascimento
    26/10/2012 18:21:49

    Tive a infelicidade de ter essa pessoa como meu professor. Poderia passar horas escrevendo cometários de indignação com a matéria, mas sinceramente, os argumentos utilizados como base são tão infundados que não creio valer a pena. Só lembro Boaventura de Souza Santos:"Temos o direito de ser iguais quando a diferença nos inferioriza. E temos o direito de ser diferentes quando a igualdade nos descaracteriza". Para alguém que ignora princípios tão basilares e que ignorados já foram capazes de causar uma das maiores tragédias da humanidade, não vale a pena muito mais palavras. Não me assustaria se a reportagem terminasse com: "Heil, mein Führer"!

  • Nelson Herbst
    19/10/2012 19:44:14

    Extraordinária esta crônica de costumes que nos presenteou com muita habilidade. O mundo está mudando mesmo, é claro, mas seria uma grande perda de tempo não denunciarmos o abuso, o absurdo comportamento que mais me parece costume desviado do bom senso, da boa crença de valor e, pior ainda, pretende ser formativa. Pobre sociedade vazia que de tão empobrecida puxa o coro para aplaudir os miseráveis de espírito. Temos que protestar mesmo, e assinar embaixo. Adorei seu estudo, amigo Eça.

  • Luan
    26/09/2012 09:06:17

    Em tempos de mudanças sociais e quebra de paradigmas sempre surgirão as correntes contrárias. A resistência fundamentalista é uma expectativa em situações como estas. Só recomendo que não sejamos tão rígidos em nossas avaliações, as argumentações técnicas em confluências com as crenças e conflitos pessoais oferecem grande risco. Lembremos que opiniões não surgem do nada e que atitudes sempre são intencionais. Psicologia não é um ensaio sem propósitos, muito menos uma consideração elaborada a esmo. Pensemos nos fundamentos do direito humano e no respeito às consciências!

  • Dávio Antonio Prado Zarzana Júnior
    04/09/2012 11:47:52

    Parabéns, doutor. O movimento gay é movido a mentiras mil, e precisa ser largamente denunciado por suas perseguições e interesses obscuros.

  • Mel
    02/09/2012 16:47:59

    Primeiramente quero perenizá-lo por dizer o que pensa e com base, claro. Admiro esse tipo de comportamento e cada vez mais, chegou a ficar feliz. Isso pelos motivos que o senhor mencionou e outros. Vejo um esforço muito grande em massificar a forma de pensar, tornar determinadas concepções certas e inquestionáveis, tanto que não costumam ser discutidas, porque discutir já é preconceito, devem ser aceitas e ponto final. Pra isso usam de termos como homofobia pra coerção, por exemplo. Bem, o termo homofobia nem poderia ser usado do modo que esta sendo, mas isso não tem a menor importância, decidiram que seria usado assim, como preconceito contra homossexual. Pois bem, com base em seu conhecimento, gostaria de seu esclarecimento sobre se poderiam prender um sujeito porque ele tem preconceito ou porque ele tem fobia? Eu penso que não! Porque a lei só pode punir ato. E se por homofobia o sujeito parte para o ato, ele não seria inimputável? Questão que um psiquiatra forense poderia esclarecer bem. Eu tbm gostaria de saber do senhor, levando em conta a importância do feminino e do masculino para o desenvolvimento psíquico da criança,.... se não poderia, esse representante do feminino ou do masculino, ser um membro da família do casal homossexual, (um tio, uma tia, a avo, irmão,....) presentes , e normalmente estão, nesse núcleo familiar? Assim teria a criança outros parentes que cumpririam esse papel, numa adoção homoafetiva. E se, ainda que haja possibilidade disso, quais seriam outros dificultadores para o desenvolvimento infantil nesse tipo de adoção? Não seria interessante considerar que esses outros dificultadores, podem surgir, ou até serem comuns em famílias com pais heterossexuais tbm, e que seriam melhor conduzidos, tratados dependendo do desejo do casal homossexual de ter um filho? Se me responder vou ficar feliz!! Obrigada pelo texto e por levantar possibilidade de abordamos essas questões.

  • Morgana
    15/08/2012 21:28:06

    E como o sr explica gays que surgem de casamentos heterossexuais? Influencia dos coleguinhas? Muita TV? Falta de sexo entre o pai e a mãe de portas abertas? Obras do demonio?

  • Anonimo
    15/08/2012 10:20:22

    Não se trata de isolar os nossos filhos para que eles não tenham contato com a realidade. É uma simples questao de que eles devem saber o que é normal. Não é justo que casais homossexuais apresentem suas perspectivas do que é natural, fala serio. Como 2 homens, por mais feminino um seja do que o outro, saberiam o que é necessario para cuidar de uma crianca, se os mesmos nem tem nocao basica do que é normal. Vai mais do que liberdade de expressao, isso é vida. Existe homem e mulher, basta.

  • Dom Rafael
    10/08/2012 19:12:20

    Finalmente algo que valha no Brasil! Recomendo aos leitores daqui estes homens: Julio Severo, Olavo de Carvalho e o site Mídia Sem Máscara. Sobre o homossexualismo (quem disse que a questão está fechada? continua sendo doença!), a própria psicologia atesta a sua prejudicidade: é só lerem Freud, Jung, Lacan. Afora as doenças que proliferam no meio boiola: AIDS, cânceres entre outras! homossexualismo é uma doença mortal! http://juliosevero.blogspot.com.br/2012/08/o-primeiro-divorcio-gay-da-historia-da.html Dom Rafael, estudante de Relações Internacionais. Shalom ve-Chachmah.

  • Jeniffer Silva de Vito
    07/08/2012 13:36:18

    "o indivíduo não tem o direito de impor seu modo de vida para uma criança, à qual não está sendo dada a oportunidade de escolha e desenvolvimento do traço de personalidade que melhor lhe aprouver" Vamos mandar todas as nossas crianças para viverem em fazendas isoladas onde serão criadas sem influências externas Como disse o Ricardo: incrível retórica Hitleriana.

  • José Marcio Rielli
    07/08/2012 12:26:52

    Li os comentários dos indignados e dos concorde com o Dr Eça. Vejo que a discussão produz mais calor que luz. Um disse que é medieval a discussão, outra sente-se ofendida (não sei porquê) sobre afrodescendentes. Muito bem! Não é uma discussão medieval, caso contrário não estaríamos qui, neste momento discorrendo sobre ela. Ademais, nossa lei ñão contempla tal adoção, portanto, é tema sim, a ser discutido. Vejo que a maioria das pessoas por se sentiem intimidadas com o tema e, justamente para não serem chamadas de medievais ou mesmo jurássicas, manifestam-se de forma contrária . Vivencio essa situação em sala de aula, com meus alunos e outros colegas. Nada contra ao homosexualismo (quer por escolham quer por questões fisico-fisiológicas). Isto sim, Nada contra. Todavia, incluir alguém fora destas situações, sem poder de escolha, diga d passagem, é algo impenssável. Nada democrático.Quanto aos afrodescendentes, aqui referido pelo Dr Eça, pelos apelidos ditos negativos, muitos realmente atentam à dignidade da pessoa. Outros até gostam, pois valorizam a sua origem (posso citar nomes e locais). Já me chamaram de carcamano (em sentido pejorativo e em sentido positivo). Houve manifestação de agravo e outros de desagravo. Não há dessonra por me chamarem assim. Há uma marca de minha origem italiana e isto deve ser respeitado. Penso que ainda há muito que se discutir. Espero que a sexualidade dos adotantes não seja o determinante da discussão pelos legisladores e sim a criança em foco.

  • Roselaine Postilhone de Oliveira
    06/08/2012 14:36:21

    Como sempre um pensamento inteligente e indagador, que nos leva a uma profunda e verdadeira reflexão sobre o agora e o futuro. Parabéns

  • Rodrigo Chica
    06/08/2012 14:15:23

    Como um texto desse pode ser levado a serio quando quem escreve compara assassinato e estupro com homossexualismo? E o pior é que tem gente que concorda e faz comparações piores ainda! Os politicos corrupitos são heteros e vieram de pais héteros; os assassinos, estupradores cresceram com pais héteros; os pitboys também cresceram com seus pais héteros na classe media. Pensem nisso.

  • Ricardo Ribeiro Fugita
    06/08/2012 12:46:59

    Pessoas velhas com pensamentos velhos. Em alguns anos estes pensamentos não serão mais disseminados, pois o velho terá saído de cena, para dar lugar ao novo. A tendência da sociedade é evoluir... na ciência... na quebra de paradigmas... no respeito ao próximo. Obrigado por sua sinceridade Dr.! Todos têm o direito, e acredito que o dever, de expressar o que pensam. Mas alguns serão citados na por quebrarem cadeias... outros serão lembrados por sua incrível retórica Hitleriana.

  • Beatriz Marins
    06/08/2012 11:12:00

    E publicar aqui somente os comentários que lhe apetecem é ótimo não? Se é para colocar a discussão em pauta, que seja levado em conta os dois lados. E isso o senhor não faz. Medieval, essa é a melhor palavra para definir o seu pensamento sobre relacionamentos, diferentes etnias , famílias e crianças, nos dias de hoje, em pleno século XXI. Me é incrível ver que um psiquiatra e professor, infelizmente tem essas duas ocupações, pense assim, e que mais ainda ficar espalhando esse tipo de pensamento medieval para todos os cantos em que a internet possa alcançar. Considero a opinião do senhor ultrapassada, e de extrema direita, me sinto ameaçada com esse texto, sendo que sou neta de afrodescendentes. Queria muito acreditar que não é sério tudo isso que o senhor escreveu.

  • Flávia R B Lucchesi
    06/08/2012 11:11:25

    Gostei muito do que o senhor escreveu e concordo com o texto. Pensemos no "normal"... Se o mundo fosse povoado somente por homossexuais, a nossa espécie seria perpetuada??? Obviamente não!! Isso já é um grande sinal de que o homossexualismo "não é normal". Mas podemos respeitar o "não normal" se eles também nos respeitarem. Penso que cada um tem o direito de ser feliz e escolher os caminhos que quer trilhar para isso. Inclusive nós, heterossexuais, temos o direito de estranhar situações que não são "normais e naturais" aos nossos olhos, como 2 homens se beijando em praça pública. Penso que eles deveriam fazer isso somente no ambiente deles, como uma boite gay, por exemplo. Isso se chama "respeito", afinal de contas, como bem disse Pedro Bial: "o mundo não é gay... existe uma maioria silenciosa contra uma minoria que grita e quer impor o que pensa". Abs Flávia

  • Hewdy Lobo
    05/08/2012 12:40:16

    Pessoas de orientação sexual homossexual entendo que podem adotar filhos desde que passadas pelas mesmas condições que os heterossexuais e com mesmo rigor. São neofamílias que aparecem e precisam ser oficializadas com respeito de todos seus direitos e obrigações. Hewdy Lobo Psiquiatra Forense São Paulo - SP.

  • mateus
    03/08/2012 16:06:59

    Mestre Eça meu querido amigo, como sempre mandou muito bem, alguem teria que gritar e bradou em alta voz, parabens.

  • sonia
    03/08/2012 02:29:29

    concordo plenamente com tudo,parabéns dr,pela coragem de expressar seu ponto de vista de forma espetacular!só nos resta a pensar mais nisto........tudo!!!!!

  • Lilian Nakhkle
    02/08/2012 21:15:32

    Excelente, gostei muito. Parabéns!

  • Rodrigo d´Eça Neves
    02/08/2012 20:06:34

    Tambem não vejo como normalidade. Embora possa ser puro e honesto o relacionamento ele não deixa de lado as conotações da promiscuidade e educa a criança na excessão. Sabemos das observações feitas nas savanas da Africa onde se constatou que com o aumento do número de animais da mesma espécie e relativa escacez de alimentos iniciava a prática homossexual e controlava o crescimento da espécie, ou dava peste reduzindo o rebanho. abs Rodrigo

  • Ana Lucia Bezerra
    02/08/2012 17:32:59

    Pontual, como sempre Doutor! Parabéns.

  • Erick Bonizzi
    02/08/2012 17:08:07

    Parabens Eça. Até que enfim um pensamento lógico e técnico sobre tal questão! Esta sempre foi minha indagação maior! Vivemos num pais onde a "minoria" tem mais voz ativa que a maioria, e olha que curioso, num republica democrática....enfim...serve de exercicio de reflexão!..Abs

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ANTONIO JOSÉ EÇA

Antonio José Eça

Médico psiquiatra; Mestre em psicologia. Professor de psicopatologia forense, medicina legal e criminologia. Autor de Roteiro de Psiquiatria Forense, Editora Saraiva.

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